A Justiça do Trabalho em Minas Gerais referendou as aposentadorias de 34 servidores em sessão do Órgão Especial, realizada na tarde desta quinta-feira (7).

São eles: Adriana de Moura Maia, Ana Cristina Carvalho de Menezes, Ângelo Araújo Ribeiro, Antônio das Graças Silva, Carlos Antônio Silva Soares, Deborah Nunes Pedrosa, Denise Vasconcelos Guimarães, Eduardo José da Fonseca, Farley Lamas, Geraldo Camilo Souto Filho, Gilberto de Castro Lustosa, João Dorneles dos Santos Dias, José Francisco Rodrigues, Jussara Alves de Oliveira, Laís Faria de Oliveira, Landial Moreira, Lina Maria Pinto Gonçalves Soares, Lucimara Ferreira, Maria Alice de Almeida Peragallos, Maria de Fátima Pimentel Zulato, Maria do Espírito Santo de Oliveira, Maria do Rosário Coelho, Maria Isabel da Silva Maia Viana, Maria José da Silva, Marília Fernandes Pato Magalhães, Marisa Estanislau Moreira, Neide Nery Fernandes, Nilza da Silva Nogueira, Nilza das Chagas, Raquel Chaves, Rosemare Bageto Cardoso Pacheco, Rubens Antônio Jacomini, Sandra Messias Soares e Santuza Corrêa Avelar.

O presidente do TRT-MG, desembargador Marcus Moura Ferreira, lamentou a saída de tantos servidores. “Este é um momento muito difícil para a instituição, em que muitos servidores estão se aposentando e não há possibilidade de reposição neste ano e nem no próximo. Além disso, vamos perder a convivência com pessoas que por tantos anos trabalharam conosco”, ressaltou. Ele fez uma homenagem a todos que estavam se aposentando, pelo comprometimento com a instituição, e desejou sorte na nova etapa.

A impossibilidade do provimento de cargos que impliquem aumento de despesas está prevista no Ofício Circular 2/2019 do CSJT, em função do corte orçamentário imposto à Justiça do Trabalho pela Emenda Constitucional nº 95/2016.

Também foi autorizado o processamento da permuta entre os juízes Paulo Emílio Vilhena da Silva, titular da 4ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte e Christianne de Oliveira Lansky, titular da Vara do Trabalho de Lavras.

Antes da sessão do Órgão Especial, foi realizada a sessão do Tribunal Pleno. Os participantes analisaram, além de agravos regimentais, um Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas sobre alteração de cláusulas de plano de saúde da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel). No entanto, a matéria foi suspensa por falta de quórum para a edição de tese jurídica.

Fonte: TRT3